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Financiamentos Bancários: linhas, benefícios e pré-requisitos

De forma sintética, as empresas decidem tomar recursos bancários com dois objetivos: quando necessitam financiar investimentos (ampliação, expansão, modernização, relocalização) e/ou reforçar seu Capital de Giro, utilizando os recursos bancários para a melhor gestão do Fluxo de Caixa. Além disso, há casos em que as empresas identificam oportunidades de tomar recursos a custos mais baixos do que seria “desencaixar” recursos próprios que estejam sendo aplicados em operações mais rentáveis, sejam elas financeiras ou operacionais (Vide: BNB e BNDES 2018 – financiamentos a juros reduzidos).

Com isso em mente, alguns pontos devem ser considerados quando da decisão de pleitear financiamentos bancários de longo prazo a custos reduzidos:

1)  Buscar se informar sobre as linhas de financiamento disponíveis, seus formatos de taxa, carência, prazo total e enquadramento técnico;

2)   Avaliar se a empresa atende todos os pré-requisitos necessários para o sucesso do pleito de financiamento, notadamente aspectos como bom cadastro (histórico e inexistência de restrições), capacidade de mobilização para a contrapartida de recursos próprios, garantias a serem oferecidas (Vide: Garantias para BNDES: Recebíveis, incluindo Contratos Públicos), demonstração da capacidade de pagamento, enquadramento técnico de acordo com a operação financeira a ser pleiteada, etc.;

3)  Avaliar se a estrutura da linha de financiamento é compatível com o fluxo de caixa empresarial projetado, de forma a mensurar e demonstrar a capacidade de pagamento;

4) Estruturação da defesa de crédito fundamentada em uma demonstração da viabilidade econômico-financeira de acordo com os padrões técnicos utilizados pelos Bancos nas análises de crédito para pleitos de longo prazo a juros reduzidos.

Uma vez definida a linha adequada e aprovado o crédito, o financiamento sacado deverá agregar os seguintes benefícios à empresa tomadora:

· Liquidez que possibilitará melhor gestão do(s) projeto(s) e/ou dos recursos para aplicação no Giro da operação empresarial;

· Custo de oportunidade favorável – nos casos em que o custo financeiro do financiamento tomado seja menor dos que as taxas de rentabilidade das aplicações dos recursos próprios em suas operações empresariais e/ou financeiras;

· Benefício da Dívida – Nos casos em que a forma de tributação da empresa permita que as despesas financeiras (juros e taxas) possam ser deduzidos da base de cálculo a ser tributada, gerando a redução do pagamento de impostos.

Como regra geral, ao utilizar capital de terceiros as empresas devem procurar fontes com estruturas de taxas e prazos que elevem o valor econômico da organização e fomentem o fluxo de caixa com financiamentos financeiramente saudáveis (Vide: Estrutura de Capital: Evidências no Brasil).

A Falbo Di Cavalcanti Finanças Empresariais atua desde a assessoria para cálculo das necessidades de capital da operação empresarial até a elaboração de seus pleitos de recursos de longo prazo com taxas reduzidas.

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Falbo Di Cavalcanti Finanças Empresarias – 13 anos de atuação.


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